
EXPERIÊNCIA E PRECISÃO EM CIRURGIA

A Dra. Catarina Robert é cirurgiã plástica com atuação em cirurgia reparadora, estética e microcirurgia. Sua prática é baseada em indicação criteriosa, experiência cirúrgica, ética e comprometimento, sempre com foco na segurança do paciente, e visando o reestabelecimento funcional e a melhora estética.
FORMAÇÃO
ACADÊMICA

• Graduação na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em São Paulo – SP, concluída em 1997, sob o CRM-SP 90.762.
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• Residência em Cirurgia Geral, no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, em São Paulo – SP, concluída em 2000.
• Residência em Cirurgia Plástica, no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, em São Paulo – SP, concluída em 2003.
• Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com título obtido em 2003.
• Sub especialização em Microcirurgia, no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, em São Paulo – SP, concluída em 2004.
• Membro Titular da Sociedade Brasileira Cirurgia Plástica, grau obtido em 2005.
• Mestrado (com o tema “Tratamento de lesões precursoras de câncer de pele não melanoma”), título obtido em 2011, pela Universidade Estadual de São Paulo, em Botucatu – SP.
Idiomas
• Português, Inglês, Francês e Espanhol.

ATIVIDADES PROFISSIONAIS
• Reconstrução ortopédica no Hospital Santa Marcelina em São Paulo-SP, de 2003 a 2005.
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• Reconstrução oncológica no Hospital de Câncer, em Barretos – SP, de 2006 a 2014.
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• Reconstrução geral no Hospital Regional do Vale do Paraíba, em Taubaté – SP, de 2014 a 2015.
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• Reconstrução oncológica e microcirúrgica no Hospital A. C. Camargo, de 2017 a 2023.
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• Consultório particular atualmente em São José dos Campos – SP, atuando com cirurgia plástica reparadora, estética, e microcirurgia.
CIRURGIA
REPARADORA
A cirurgia reparadora reúne procedimentos voltados à reconstrução e recuperação funcional e estética após câncer, acidentes, ferimentos, queimaduras, infecções ou alterações congênitas. Inclui técnicas avançadas, como microcirurgia, para restaurar tecidos, forma, função, e qualidade de vida.


ONCOLOGIA
CUTÂNEA
O câncer de pele é o tipo de câncer mais frequente e, na maioria dos casos, está relacionado à exposição solar excessiva ao longo da vida. Entre os subtipos mais comuns estão o carcinoma basocelular, que é o mais frequente e menos agressivo, o carcinoma espinocelular, de agressividade intermediária, e o melanoma, mais raro, porém o mais agressivo.
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Independentemente do subtipo, o diagnóstico precoce é fundamental. Quanto mais cedo a lesão é identificada, maior a chance de um tratamento eficaz e menos agressivo, que na maioria das vezes é cirúrgico. A avaliação médica adequada permite definir a melhor conduta para cada caso.
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A prevenção tem papel essencial, com o uso diário de protetor solar e consultas periódicas para avaliação da pele. Manchas ou nódulos recentes, alterações em lesões antigas, bordas irregulares, aspecto perolado ou pigmentado e sangramentos espontâneos são sinais de alerta e devem ser avaliados por um médico.
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RECONSTRUÇÃO EM CIRURGIAS
DE CABEÇA E PESCOÇO
Outra área oncológica que geralmente recruta com frequência o auxílio do cirurgião plástico é a cirurgia de cabeça e pescoço, que trata de tumores em cavidade oral, nasal, laringe, mandíbula e maxila, pele da face, lábios, nariz, pálpebras, orelhas, couro cabeludo, etc.
Nesses casos as ressecções muitas vezes geram alterações estéticas, além de dificuldades funcionais de fala, de mímica facial, de contenção de saliva, de alimentação, de abertura e fechamento do olho, que podem ser amenizadas com a entrada em conjunto de um cirurgião plástico, no mesmo tempo da ressecção de preferência, para otimizar os resultados.
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OUTRAS RECONSTRUÇÕES
ONCOLÓGICAS
Além das reconstruções mais conhecidas como mama, pele, e cabeça e pescoço, a cirurgia reparadora atua em muitas outras indicações oncológicas. Alguns exemplos são: reconstrução após retirada de tumores em membros; reconstrução após retirada de tumores de parede torácica, ou parede abdominal; tratamento de hérnias após essas retiradas de parede; reconstrução de períneo, vulva, vagina em tumores ginecológicos; correção de fístulas após tratamento de tumores ginecológicos ou coloretais, etc.
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MICROCIRURGIA
RECONSTRUTIVA
A microcirurgia é uma técnica cirúrgica que permite a secção e transferência de tecidos de uma região doadora do corpo, para uma região receptora, que seja longe, e que a simples rotação do tecido doador não permite alcançar a a área receptora.
Para esse tecido transferido manter-se vivo, é necessário o uso de suturas dos vasos (artéria e veia) com fios e instrumental tão delicados, que faz-se necessário o auxílio de microscópio cirúrgico, ou lupas, e treinamento específico. Ainda, a microcirurgia permite reparações e enxertos de nervos, também sob magnificação óptica.
Essa técnica é uma ferramenta muito poderosa nas mãos da cirurgia reparadora, e muito usada por exemplo, em reconstruções complexas de membros após traumas, grandes reconstruções em cabeça e pescoço, opções mais sofisticadas de reconstrução de mama, reconstruções nervosas em membros, e tratamento de paralisia facial.​


QUEIMADURAS E
SEQUELAS
Queimaduras são lesões da pele causadas por calor, eletricidade ou agentes químicos que, a depender da profundidade e extensão, precisam de curativos específicos, internação, cirurgia e até UTI.
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As queimaduras de primeiro grau são superficiais, caracterizadas por vermelhidão e dor, com tratamento simples à base de hidratação local e, em geral, não deixam sequelas. As queimaduras de segundo grau atingem camadas mais profundas da pele provocando bolhas e dor intensa, demandam curativos específicos e cicatrizam em média entre duas e três semanas, podendo deixar alterações de cor na pele. Já as queimaduras de terceiro grau são profundas, geralmente indolores, e comprometem toda a espessura da pele, exigindo tratamento cirúrgico com desbridamento e reconstrução por enxertos ou retalhos.
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Além do cuidado na fase aguda, esses pacientes podem desenvolver complicações tardias como bridas cicatriciais, úlceras crônicas, e um tipo de câncer de pele (Úlcera de Marjolin), sendo fundamental o acompanhamento contínuo com cirurgião plástico.
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RECONSTRUÇÃO
DA MAMA
O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres, e seu tratamento pode envolver cirurgia, radioterapia, quimio ou imunoterapia, bloqueadores hormonais, de acordo com o estágio da doença no momento do diagnóstico. Sempre que possível, a reconstrução mamária é indicada no mesmo ato cirúrgico da retirada do tumor.
A reconstrução imediata traz benefícios importantes, como menor impacto emocional e preservação da autoestima, além de melhores condições técnicas. A ausência de cicatrizes extensas e de radioterapia prévia favorece a qualidade dos tecidos, tornando o procedimento mais seguro e com melhores resultados quando comparado à reconstrução tardia.
Existem diversas técnicas de reconstrução mamária, escolhidas de forma individualizada conforme o tipo de ressecção, características da paciente, tratamentos prévios e experiência do cirurgião. Essas técnicas podem envolver o uso de próteses, tecidos próprios do corpo ou microcirurgia, e geralmente são realizadas em mais de uma etapa, incluindo cirurgias de refinamento.


TRATAMENTO EM
PARALISIA FACIAL
Nossa mímica facial é complexa e delicada, coordenada por dezenas de pares de músculos de ativação tanto voluntária quanto emocional, e orquestrada pelo nervo facial. Esse nervo pode sofrer lesões em qualquer parte de seu trajeto do cérebro até a face, causando paralisias parciais ou completas, uni ou bilaterais, pelas mais diversas causas.
A etiologia mais comum é a paralisia de Bell, de causa controversa, com alguma relação com infecção viral por herpes, e que em sua maioria tem tratamento clínico e resolução completa. Outras causas ainda são lesões cirúrgicas, infelizmente necessárias para a retirada de tumores neurológicos ou de cabeça e pescoço, lesões não intencionais como ferimentos cortantes ou complicações de ritidoplastia, ou ainda causas congênitas como Síndrome de Moebius.
O tratamento cirúrgico é composto de diversas técnicas e etapas cirúrgicas, a depender do tipo da paralisia e tempo de evolução, mas é importante saber que há um tempo ideal para o início do tratamento, e que portanto quanto mais precoce for a avaliação de um especialista, melhor será a programação dessas etapas e a possibilidade de recuperação funcional.


RECONSTRUÇÃO
APÓS TRAUMAS
Traumas decorrentes de acidentes, quedas ou agressões podem causar lesões em estruturas delicadas e complexas, como pálpebras, lábios, nariz e orelhas, além de comprometer nervos, vasos, tendões e músculos.
Quando essas estruturas não são reparadas adequadamente, podem resultar em sequelas funcionais importantes e, em alguns casos, irreversíveis.
Muitos traumas de partes moles estão associados a fraturas dos ossos da face. Essas fraturas devem ser tratadas cirurgicamente quando há prejuízo estético ou funcional, por meio da redução adequada e fixação com placas e parafusos, visando restabelecer a forma e a função.
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As lesões nervosas e os traumas mais complexos dos membros exigem abordagem especializada. O tratamento pode incluir sutura ou enxertia nervosa, preferencialmente no atendimento inicial, quando há maior chance de recuperação. Já casos com exposição óssea ou de estruturas nobres necessitam de cobertura com tecido vascularizado, utilizando retalhos locais ou microcirúrgicos, conforme a complexidade da lesão.
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CORREÇÕES DE CICATRIZES
E QUELÓIDES
A cicatrização ocorre em fases e é um processo longo, que pode durar cerca de dois anos.
Alterações em qualquer uma dessas etapas podem resultar em cicatrizes inestéticas ou patológicas.
Entre elas estão as cicatrizes queloideanas e hipertróficas, caracterizadas por excesso de tecido, sendo que o queloide ultrapassa os limites da ferida, enquanto a hipertrófica permanece restrita a eles. Podem ser ainda, cicatrizes alargadas, deprimidas, ou em formato de alçapão . Além disso, a contração natural da cicatriz, importante para o fechamento da ferida, pode causar limitações funcionais quando ocorre em áreas de dobras ou articulações, formando as chamadas bridas cicatriciais, comuns em pacientes queimados.
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​ O tratamento das cicatrizes patológicas pode envolver cirurgia, infiltrações intralesionais de corticoide e betaterapia, utilizadas de forma isolada ou combinada, conforme cada caso.


FERIDAS
CRÔNICAS
Úlceras crônicas são feridas que, por alguma predisposição, abrem-se mais facilmente na pele, e fecham com mais dificuldade, permanecendo por muito tempo e piorando a qualidade de vida do paciente.
Normalmente as causas dessas feridas são várias, associadas ou não: vascularização insuficiente, falta de sensibilidade protetora, perda de maleabilidade e hidratação da pele, ulcerações agudas repetidas, cuidados inadequados, infeções associadas. São feridas comuns em pacientes paraplégicos, acamados, sedados (úlceras de pressão ou escaras), pacientes diabéticos (pé diabético), pacientes com sequela de queimadura (úlcera de Marjolin), pacientes com histórico de fraturas infectadas e fistulizadas (osteomielite crônica)
O tratamento das úlceras já estabelecidas pode envolver curativos especiais, suporte nutricional, antibióticos, terapias avançadas e procedimentos cirúrgicos. Além disso, fatores como infecção, desnutrição, higiene e cuidados inadequados podem agravar o quadro. Por isso, a medida mais eficaz e acessível continua sendo a prevenção: hidratação da pele, higiene, mudanças de decúbito, tratamento da diabetes, sapatos confortáveis, tratamentos precoces e agressivos de osteomielites agudas em traumas, e de contraturas em queimados.


CUIDADO BASEADO EM
​ÉTICA E COMPROMETIMENTO
CIRURGIA
ESTÉTICA
A cirurgia estética consiste em procedimentos para melhorar a aparência corporal e facial, suavizando características advindas da própria compleição individual, do envelhecimento, ou ainda de grandes perdas ponderais como é o caso das cirurgias pós bariátricas. Sempre com foco na harmonia de formas e proporções.


MAMOPLASTIA
A cirurgia plástica estética das mamas está indicada para diminuição ou aumento, e levantamento das mamas. Normalmente a queda da mama se dá por flacidez no processo natural de envelhecimento; por substituição natural do tecido glandular por tecido gorduroso após amamentação; por predisposição pessoal (pacientes jovens já com ptose mamária); ou ainda por flacidez decorrente de emagrecimentos importantes (ex-obesos).
A técnica a ser usada, a colocação ou não de implantes de silicone, o plano de colocação destes, o local de incisão na pele, o uso de ténicas que tenham chance maior ou menor de conseguir amamentar após a cirurgia, são todos parâmetros que são decididos em conjunto entre médico e paciente, de acordo com o desejo da paciente e os achados do exame físico.
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CIRURGIA PLÁSTICA
BARIÁTRICA
Após grande perda de peso, é comum que o ex obeso apresente flacidez acentuada, excesso de pele e alterações musculares, como a diástase abdominal. Essas mudanças afetam regiões como abdome, braços, mamas, coxas, face e glúteos, causando desconforto estético, dificuldade no uso de roupas, limitação de movimentos e até problemas de pele, como assaduras e micoses.
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Com o peso estabilizado e após liberação médica, nutricional e psicológica, o paciente pode iniciar as cirurgias plásticas bariátricas, com o objetivo de remover excessos de pele e melhorar o contorno corporal.
​Entre as cirurgias normalmente indicadas estão a abdominoplastia, em âncora ou circunferencial, mamoplastia (com ou sem implantes), correção de ginecomastia, braquioplastia, suspensão glútea, cruroplastia e ritidoplastia. Por se tratarem de cirurgias de médio a grande porte, recomenda-se realizar um ou, no máximo, dois procedimentos por vez, com intervalos mínimos de seis meses entre eles.


BLEFAROPLASTIA
Com o processo natural de envelhecimento e movimentação constante pelo processo de piscar, a pele das pálpebras e suas estruturas internas vão ganhando flacidez, que pode ser corrigida com a retirada cirúrgica da pele excedente, reposicionamento e retensionamento das estruturas internas (cantopexias, cantoplastias), e retirada ou reposicionamento das gorduras palpebrais.
As diferentes técnicas devem ser indicadas de acordo com o exame físico de cada paciente. Mas de forma geral é uma cirurgia curta, que pode ser feita com anestesia geral ou local e sedação.
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GINECOMASTIA
A ginecomastia é a cirurgia de retirada de excesso de gordura, gordura e pele, ou gordura, pele e glândula mamária no paciente masculino. O aumento discreto da mama no homem se dá fisiologicamente em algumas faixas etárias como recém nascido, adolescente e idoso, mas costuma ser passageira e regredir espontaneamente.
A presença de mamas no homem fora dessas faixas etárias, ou que não regridem, podem se dever a desbalanços hormonais causados por outras doenças (obesidade, disfunção hepática, disfunção testicular, uso de esteroides anabolizantes), que devem ser investigadas e tratadas. Após essas doenças serem tratadas, se ainda restar ginecomastia, só então o paciente deve ser tratado cirurgicamente. Nesse caso as técnicas variam desde lipoaspiração local, até cirurgia com incisões periareolares ou em T invertido, de acordo com a quantidade de pele em excesso.
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LIPOASPIRAÇÃO
A lipoaspiração é uma técnica onde utiliza-se cânulas e pressão negativa no tecido gorduroso subcutâneo, e é indicada para diminuição da espessura de gordura de determinada parte do corpo, ou gordura localizada, como culotes, barriga, cintura, etc.
Pode ser feita também em áreas maiores, mas com muito critério na indicação, pois é uma técnica que espolia sangue e líquidos junto com a gordura que sai.
Entre os principais cuidados pós operatórios estão o uso de cinta elástica compressora e fazer drenagem linfática.
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CIRURGIA ÍNTIMA
OU NINFOPLASTIA
O aumento dos pequenos lábios vaginais mais comumente é decorrente de variação hormonal que acompanha o envelhecimento normal (perda de turgidez e aumento de flacidez), mas também pode ter origem congênita ou estar associado a fatores adquiridos, como linfedema ou exposição hormonal na infância.
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A hipertrofia pode causar desconfortos funcionais, como dor durante a relação sexual, dificuldade de higiene, irritações recorrentes e incômodo durante atividades físicas, além de impacto psicológico relacionado à autoestima e à aparência da genitália externa.
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​Apesar de não haver um padrão médico definido sobre o que é considerado “normal”, a maior exposição do corpo feminino na mídia influenciou a busca por esse tipo de cirurgia. A labioplastia, ou ninfoplastia, pode ser realizada por diferentes técnicas, é considerada um procedimento simples, de pequeno porte e com altos índices de satisfação, podendo ser feita com anestesia geral, local e sedação, ou bloqueios anestésicos.
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OTOPLASTIA
As alterações do pavilhão auricular podem ser congênitas, de diferentes graus; e adquiridas: traumas por brincos, piercings, alargadores, acidentes.
A forma mais comum é uma deformidade congênita de grau suave, chamada orelha de abano, onde há uma alteração do ângulo entre a orelha e a cabeça, e do grau de curvatura dentro da própria orelha. A melhor idade para tratamento dessa afecção é a pré escolar, quando o crescimento do pavilhão auricular está quase completo, e a criança ainda não iniciou a sociabilização escolar, época comum de bulling, que poderia gerar impacto negativo na autoestima infantil.
A cirurgia é simples, e dura cerca de 1 a 2 horas, com anestesia local, sedação ou geral, dependendo da criança. As técnicas variam conforme as alterações do exame físico, mas de forma geral enfraquecem ou retiram parte da cartilagem para refazer, com pontos, os ângulos alterados.
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ABDOMINOPLASTIA E
LIPOABDOMINOPLASTIA
Essa cirurgia retira a flacidez da pele abdominal decorrente do processo de estiramento que comumente ocorre após gestação ou obesidade. Ainda, pode-se complementar com uma lipoaspiração para diminuir um pouco a espessura de gordura da pele da barriga. (lipoabdominoplastia)
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Faz-se também a reaproximação muscular da parede abdominal (tratamento da diástase dos músculos retos abdominais), proporcionando um maior acinturamento.
Dependendo do grau dessa flacidez, a cicatriz resultante pode ser horizontal na prega abdominal inferior, um pequeno T invertido, ou um grande T (abdominoplastia em âncora, geralmente indicada em perdas ponderais expressivas). Além de ficar quase sempre uma incisão ao redor do umbigo, que será reposicionado na pele abdominal realocada.
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RITIDOPLASTIA OU
LIFTING FACIAL
No processo normal de envelhecimento, ou após grandes emagrecimentos, a pele da região da face e pescoço costuma perder volume e ganhar flacidez. Esse processo pode acontecer como um todo ou mais acentuadamente em subregiões, como pescoço, rosto, ou fronte. E sofre também influência de hábitos prévios como tabagismo e dano solar cutâneo, com piora da qualidade da pele em si.
A cirurgia para correção das rugas (rítides) faciais chama-se ritidoplastia, e compreende várias técnicas: cutânea ou profunda, com associação ou não de blefaroplastia, retirada parcial de glândula submandibular, lipoenxertia (para preencher os volumes), ou peelings (para melhorar a qualidade da pele).
Após avaliação criteriosa de um cirurgião plástico, define-se a intensidade e localização dessas alterações, e quais seriam as técnicas mais indicadas para alcançar um resultado harmonioso em cada caso específico.
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CONTATO
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